{"id":1673,"date":"2021-05-24T16:57:59","date_gmt":"2021-05-24T14:57:59","guid":{"rendered":"http:\/\/romanarmy.eu\/?p=1673"},"modified":"2021-05-24T17:08:42","modified_gmt":"2021-05-24T15:08:42","slug":"romanarmy-eu-investiga-un-novo-recinto-fortificado-inedito-entre-galicia-e-portugal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/romanarmy.eu\/pt\/2021\/05\/24\/romanarmy-eu-investiga-un-novo-recinto-fortificado-inedito-entre-galicia-e-portugal\/","title":{"rendered":"romanarmy.eu investiga um novo recinto fortificado in\u00e9dito entre a Galiza e Portugal"},"content":{"rendered":"<p>Entre hoje, segunda-feira, 24, e sexta-feira, 28 de Maio, uma nova campanha arqueol\u00f3gica ser\u00e1 levada a cabo pelo grupo de investiga\u00e7\u00e3o romanarmy.eu, desta vez centrada num recinto fortificado in\u00e9dito na fronteira entre a Galiza e Portugal. Este \u00e9 o s\u00edtio arqueol\u00f3gico do Alto da Raia, uma fortifica\u00e7\u00e3o retangular descoberta recentemente por este grupo. A interven\u00e7\u00e3o arqueol\u00f3gica procura validar a hip\u00f3tese de que este s\u00edtio se possa tratar de um acampamento militar romano. Se assim for, este s\u00edtio arqueol\u00f3gico teria grande valor hist\u00f3rico para conhecer os processos de conquista e assimila\u00e7\u00e3o deste territ\u00f3rio por parte de Roma. O projecto \u00e9 financiado pela Comiss\u00e3o Europeia atrav\u00e9s do projecto Finisterrae, liderado pelo arque\u00f3logo da Universidade de Exeter Jo\u00e3o Fonte e conta com o apoio financeiro e log\u00edstico do Munic\u00edpio de Montalegre, da Junta de Freguesia de Tour\u00e9m, do Ecomuseu de Barroso e do Concello de Calvos de Rand\u00edn.<\/p>\n<p><strong>Dom\u00ednio sobre o vale<\/strong><br \/>\nO s\u00edtio do Alto da Raia foi identificado atrav\u00e9s do processamento e an\u00e1lise dos dados LiDAR fornecidos pelo Instituto Geogr\u00e1fico Nacional (IGN) atrav\u00e9s do Plano Nacional de Ortofotografia A\u00e9rea, que na \u00faltima d\u00e9cada permitiu a detec\u00e7\u00e3o de in\u00fameros s\u00edtios arqueol\u00f3gicos. Estes dados permitiram a localiza\u00e7\u00e3o de um recinto fortificado de aproximadamente tr\u00eas hectares de tamanho que domina o vale do rio Salas. \u00c9 poss\u00edvel identificar em campo um talude de terra que se conserva em tr\u00eas das faces do recinto defensivo. Al\u00e9m disso, pode haver um fosso externo que complementaria essa defesa do lado de fora. A morfologia, a dimens\u00e3o e a disposi\u00e7\u00e3o do recinto permitem sustentar a hip\u00f3tese de que se trate de um acampamento militar romano. A interven\u00e7\u00e3o arqueol\u00f3gica, realizada em colabora\u00e7\u00e3o com a empresa Era-Arqueologia, procurar\u00e1 validar esta hip\u00f3tese.<\/p>\n<p><strong>Um projeto de investiga\u00e7\u00e3o a grande escala<\/strong><br \/>\nA interven\u00e7\u00e3o do Alto da Raia faz parte do projeto Finisterrae (https:\/\/cordis.europa.eu\/project\/id\/794048), financiado pela Comiss\u00e3o Europeia atrav\u00e9s de uma bolsa Marie Sk\u0142odowska-Curie (grant agreement 794048). Este ambicioso projecto de investiga\u00e7\u00e3o arqueol\u00f3gica pretende investigar o impacto da primeira romaniza\u00e7\u00e3o no vasto territ\u00f3rio situado entre o sul da Galiza e o norte de Portugal. Neste contexto, j\u00e1 foram realizadas duas interven\u00e7\u00f5es arqueol\u00f3gicas anteriores em 2020 nos acampamentos militares romanos do Alto da Pedrada (Soajo, Arcos de Valdevez) e Lomba do Mouro (Castro Laboreiro, Melga\u00e7o e Verea, Ourense), todos localizados dentro da Reserva da Biosfera Transfronteiri\u00e7a Ger\u00eas-Xur\u00e9s.<br \/>\nTransmiss\u00e3o em direto<\/p>\n<p>A interven\u00e7\u00e3o ser\u00e1 transmitida em direto nas redes sociais do coletivo romanarmy.eu. Na segunda, quarta e sexta-feira, o arque\u00f3logo Jo\u00e3o Fonte far\u00e1 transmiss\u00e3o em direto a partir do s\u00edtio Alto da Raia no <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/romanarmynw\">facebook corporativo do coletivo romanarmy.eu<\/a>, oferecendo novidades sobre o estudo arqueol\u00f3gico e permitindo que os usu\u00e1rios conhe\u00e7am a evolu\u00e7\u00e3o da interven\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>Romanarmy.eu, um colectivo de investiga\u00e7\u00e3o arqueol\u00f3gica<\/strong><br \/>\nRomanarmy.eu \u00e9 um coletivo cient\u00edfico que investiga a presen\u00e7a militar romana no Noroeste da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, sendo conformado por investigadores de distintas universidades e centros de investiga\u00e7\u00e3o europeus, diferentes disciplinas e especialistas em v\u00e1rias \u00e9pocas hist\u00f3ricas. As suas publica\u00e7\u00f5es, membros e actividades podem ser consultadas em romanarmy.eu. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre hoje, segunda-feira, 24, e sexta-feira, 28 de Maio, uma nova campanha arqueol\u00f3gica ser\u00e1 levada a cabo pelo grupo de <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/romanarmy.eu\/pt\/2021\/05\/24\/romanarmy-eu-investiga-un-novo-recinto-fortificado-inedito-entre-galicia-e-portugal\/\">Continue Reading<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[37,1,38],"tags":[],"class_list":["post-1673","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-caderno-de-campo","category-historias","category-sitios","no-post-thumbnail","no-read-more-tag","no-sticky","entry"],"translation":{"provider":"WPGlobus","version":"3.0.2","language":"pt","enabled_languages":["es","gl","as","pt","en"],"languages":{"es":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"gl":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"as":{"title":false,"content":false,"excerpt":false},"pt":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"en":{"title":false,"content":false,"excerpt":false}}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/romanarmy.eu\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1673","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/romanarmy.eu\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/romanarmy.eu\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/romanarmy.eu\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/romanarmy.eu\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1673"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/romanarmy.eu\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1673\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1677,"href":"https:\/\/romanarmy.eu\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1673\/revisions\/1677"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/romanarmy.eu\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1673"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/romanarmy.eu\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1673"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/romanarmy.eu\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1673"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}