Romanarmy en acción: investigamos dous posibles campamentos en La Mesa

• Trátase dos recintos de El Xuegu la Bola (Arvechales, Somiedo) y Cueiru (Taxa, Teverga), ubicados a 1700 e a 1440 metros de altitude, sendo os sitios arqueolóxicos militares romanos a máis altitud da Mesa.
• No proxecto interveñen arqueólogos de diferentes institucións científicas españolas e europeas vinculados ao grupo romanarmy.eu
• A difusión dos achados farase en tempo real a través das redes sociais, nun experimento de divulgación científica

Comprobar a cronoloxía e a adscrición romana de dous importantes recintos militares da vía da Mesa, un dos principais itinerarios de entrada a Asturias desde hai miles de anos, é o principal obxectivo da campaña de prospección que se inicia este domingo e durará ata o luns 10 de outubro. Un equipo científico conformado por arqueólogos do Instituto de Ciencias do Patrimonio (INCIPIT) do CSIC, das Universidades de Oviedo e Santiago de Compostela, así como das universidades de Durham e Exeter (Reino Unido) e Amsterdam (Holanda) atópase xa sobre o terreo realizando as tarefas de prospección arqueolóxica. A dirección do proxecto é levada a cabo polos arqueólogos Andrés Menéndez Branco, José Manuel Costa e David González.

Divulgación en tempo real
Unha das principais novidades da campaña arqueolóxica é a vontade de difusión e retransmisión en tempo real dos traballos arqueolóxicos, aproximando desta maneira a metodoloxía e a práctica científica aos cidadáns. A comunicación realizarase nas redes sociais, no facebook de Roman Army (www.facebook.com/romanarmynw) e na web corporativa do grupo: www.romanarmy.eu e facilitará a todos os interesados seguir os avances en canto ao recoñecemento dos xacementos e á súa interpretación. A través de formatos didácticos, ensaiaranse novos procedementos e estratexias de comunicación científica dirixida ao público xeral.

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Imaxe por cortesía de TEDxGalicia (CC BY-NC-ND 2.0)

No passado dia 16 de Julho teve lugar na Cidade da Cultura (Santiago de Compostela) o TEDx Galicia 2016.  Sob a temática “De que está feito o futuro?” o evento pretendia refletir acerca da importância que têm o passado e o presente na configuração do futuro e, portanto, da nossa própria responsabilidade no seu desenho. Durante toda a jornada, várias intervenções permitiram explorar diversas visões do quotidiano, procurando abrir o enfoque que temos da realidade e tentando definir para onde caminhamos como indivíduos e como sociedade.

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No último número da revista Nailos, publicada pela Associação de Profissionais Independentes da Arqueologia de Astúrias (APIAA), foi publicado um artigo do nosso colega José Costa sobre os acampamentos de Castrocalbón/Castrucarbón (León).

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No passado dia 12/05/16 o Consello da Cultura Galega acolheu a quinta jornada dos Encuentros con el PatrimonioCultural. Os companheiros José Costa, Manuel Gago, Andrés Menéndez e João Fonte apresentaram o projecto Romanarmy.eu através de quatro comunicações. De seguida, teve lugar um interessante colóquio com o público assistente e com os coordenadores do evento, Rebeca Blanco-Rotea e Iago Seara, membros da Sección de Patrimonio e Bens Culturais del Consello. Por gentileza do Consello da Cultura Galega, colocamos aqui o vídeo completo das Jornadas, ou podem antes clicar nas imagens para aceder directamente às partes que vos podem interessar.

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Lino Tavares Dias e António Baptista Lopes referem a existência de um acampamento militar romano no alto da Serra do Marão, definido por um recinto rectangular, ao qual lhe estaria associado uma torre de planta quadrangular. Este possível acampamento (o único listado como tal no Norte de Portugal) é identificado por uma inscrição gravada sobre um penedo que se localiza nas proximidades: Castra Oresbi. Porém, a exiguidade dos dados arqueológicos apresentados levou mesmo alguns autores (como C. M. Martins) a contestar esta interpretação.

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Depois de várias experiências científicas em diferentes zonas do Noroeste Ibérico, somos agora capazes de considerar as potencialidades e limitações de diversas técnicas em diferentes tipos de terrenos, testando-se de maneira eficiente a sua utilidade para a prospecção arqueológica. Neste trabalho, apresentado no congresso Genius Loci: lugares e significados, expomos e colocamos a debate uma proposta metodológica para a identificação e estudo de restos estruturais relacionados com a presença militar romana neste território.

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Na última edição do boletim AARGnews, editado pelo Aerial Archaeology Research Group (AARG) publícase un novo artigo asinado por todos nós. foi publicado um novo artigo assinado por todos nós. Nele descrevemos a metodologia que temos vindo a aplicar na detecção e análise de assentamentos militares romanos na Península Ibérica, combinando o uso de fotografia aérea histórica e recente, imagens de satélite, LiDAR aéreo, SIG e técnicas de prospecção de superfície. Pode considerar-se a apresentação internacional do projecto romanarmy.eu.

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5 de Junho de 1921. Espanha assiste com certo letargo à escala de violência colonial que culminará no famoso desastre de Annual. A situação, como seria de esperar, ressoa como um eco distante na Galiza rural, onde os últimos dias da Primavera não conhecem qualquer revolução mais do que os esporádicos chuvascos. Porém, o tranquilo lugar de “A Cibdade”, situado na ribeira Norte do rio Lima, recebe um visita pouco habitual. Nesta ocasião não acodem a remover a terra apenas os vizinhos de Portoquintela ou Baños de Bande, senão que se aproximam também quatro figuras particularmente bem vestidas. Tratam-se dos ourensanos Ramón Otero Pedrayo, Florentino López Cuevillas e Vicente Risco, destacados intelectuais galegos, em companhia do advogado Farruco Pena, natural do município de Bande.

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O Baixo Miño desde o Alto do Cervo
O Baixo Minho do Alto do Cervo

Campos encontra-se situado nos arredores de São Pedro da Torre (Valença, Portugal), nas margens do rio Minho. Aqui, os galegos construíram uma fortificação em terra de planta estrelada, o forte de San Luís Gonzaga, durante a Guerra da Restauração Portuguesa (1640-1668). Como estratégia para cortar o avanço destas tropas em terras portuguesas, narram as crónicas que, equidistante a tiro de canhão deste forte, os lusos construíram uma série de atalaias e fortíns, dos quais ao menos um deles se situaria no lugar de Campos.

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